winnercoaching

Smile! You’re at the best WordPress.com site ever


Deixe um comentário

Quinta e última necessidade: servir

estender a mãoSuperadas as quatro primeiras necessidades, o ser humano encontra-se na condição de servir, agindo com determinação, desprendimento e consciência plena daquilo que pratica.

Encontra no ato de servir o momento esperado para enriquecer suas relações objetais, de forma a obter, como resultado, o reconhecimento e a admiração daqueles com quem se relaciona, assim como sentir-se amado pelas pessoas a quem serve. Constrói para si um sistema de autorrealização e mostra-se distante de quaisquer favorecimentos que possam ser consequentes ao ato de servir.

Mostra-se capaz de reconhecer-se, admirar-se, amar-se e sente-se livre para relacionar-se com todos os objetos sem o desejo de possuí-los ou de exercer seu poder de sedução sobre eles, pois deles já não necessita para ter referência a si mesmo.

Vencida essa barreira, o ser humano deixa de existir enquanto necessidade. Fecha-se um ciclo evolutivo no desenvolvimento do ego.

********

Agradeço ao meu grande Mestre, Antônio Carlos Costardi, por ter escrito, através de seu livro “Quebrando Espelhos (1997)”, as cinco necessidades do ser humano e nos ter oportunizado este conhecimento.

A oportunidade de tê-lo tido como Mestre me serviu para presenciar o ser humano no seu ato mais nobre de servir. Seu exemplo nos tocou na essência.

Agradeço e transcrevo suas palavras para que mais pessoas tenham acesso à sua sabedoria!

Anúncios


Deixe um comentário

Quarta necessidade: ser livre

imagesA “liberdade” humana possui natureza própria, intimamente ligada à individualidade de cada um. Ela obedece às leis e princípios universais, contidos na essência de cada Ser.

Do macro ao micro, tudo segue uma ordem absoluta, infalível, soberana, uma Lei Maior, de onde todas as demais derivam. Essa lei é expressão máxima da Liberdade em Deus. Não há liberdade sem ordem, sem harmonia, sem o estabelecimento de uma consciência integrada à universalidade do Ser.

O sujeito só se torna livre quando deixa de lado o ego e reencontra a consciência do Ser.

A verdade é o caminho para a liberdade. Não pode haver liberdade longe da verdade e não se pode conhecer a verdade, senão pela consciência.

Agir de forma consciente e com empenho, ressignificando os valores e crenças, é o caminho para a liberdade. Trata-se de um exercício contínuo de reavaliação dos nossos comportamentos, nossas relações e nossa estreita visão sobre o universo, as pessoas e nós mesmos.

A liberdade somente é experimentada quando em harmonia com a Lei Universal, envolvida pelo espírito da caridade, superando o egoísmo, o orgulho e a vaidade que nos mantém focados na satisfação de desejos primitivos.


Deixe um comentário

Terceira necessidade: ser amado

1 (6)Entre as necessidades, essa é que todos gostariam de ver suprida. Ela integra as demais, visto que de nada adianta reivindicarmos o amor daquele que não nos admira e nem nos reconhece.

Quando nos encontramos nesta terceira fase do desenvolvimento, já vamos ter superado grande parte de nosso egoísmo e egocentrismo. Já não basta ser reconhecido e admirado no nosso grupo de relacionamentos.

A necessidade, agora, é ter a referência, em especial, de uma pessoa; é querer sentir-se amado; é poder trocar suas impressões afetivas e carícias físicas; recompor sua “totalidade” a partir do desejo do outro; enxergar a necessidade do sexo oposto como complemento de sua imagem.

Porém, o relacionamento humano poderia ser mais simples, se não houvesse tantos enganos sobre a natureza do amor.  Ao sentir-se amada, a pessoa desfruta dessa sensação até que a mesma já não lhe baste. Convive com a insatisfação da falta de algo que parece não estar naquele ser humano e sente a necessidade de buscar isso em outros relacionamentos.

Dessa forma, mostra a incapacidade para reconhecer a real necessidade:  a de aprender a amar-se. Não está preparado para suprir suas próprias necessidades. Precisa do objeto, como espelho, para poder se identificar e sentir-se uma “totalidade”.

Poderá permanecer longo período nessa fase, se não procurar conhecer melhor a sua própria natureza – suas necessidades e a si mesmo – e, também, respeitar os sentimentos e afetos das pessoas com quem se relaciona.


Deixe um comentário

Segunda necessidade: ser admirado

pointingApós ter sido satisfeita a necessidade de ser reconhecido, o indivíduo desperta sua atenção para a necessidade de ser admirado. Não que deixe de existir essa necessidade anterior, ela apenas se modifica. Enquanto antes buscava ser reconhecido, não se importando com o modo de ser e pensar dos outros, agora procura por pessoas específicas, em busca de sua admiração. Tenta descobrir o que elas desejam e procura se adaptar e se transformar no objeto de desejo delas. As suas energias são concentradas no outro.
No transcorrer desta etapa, passa o sujeito a ter um novo conceito de si, já que a idéia que passa a ter de si se aproxima da idéia que os outros fazem. Sente-se mais seguro, sociável, interativo, com disposição para investir seus desejos na aquisição de valores e crenças que contribuam para consolidar e edificar uma positiva de si.
Ao conviver com suas novas potencialidades, mostra-se geralmente impulsivo, desejando viver intensamente, procurando em tudo e em todos uma forma de autoafirmar-se. Mas nem sempre as famílias estão capacitadas para lidarem com suas necessidades e não compreendem essa fase de transição, dessa forma, não é no ambiente familiar que encontra a admiração. Já entre os amigos é lembrado e solicitado para compor o “todo” que representa o “grupo”. Entre eles, sente-se pleno.
Já tendo essa necessidade suprida pelo grupo, a postura agora é preservar a imagem conquistada, sendo conveniente com as crenças e valores do grupo, muitas vezes abrindo mão dos seus próprios.
Pelos grupos serem formados por uma mesma faixa etária, todos compartilham dessa mesma necessidade. Assim, podem ser conduzidos por forças alienantes, onde o prazer só é procurado na satisfação das necessidades sensoriais; desejam encontrar no corpo aquilo que lhes falta na mente. Bebidas, drogas, sexo, sem responsabilidade, tudo é incentivado, como se ser diferente levasse à rejeição do grupo.
Somente uma mente determinada, possuidora de valores e crenças sedimentados na verdade, dentro de uma estrutura familiar consistente, com o exercício diário da reflexão, poderá deixar essa fase sem as graves sequelas que esperam os narcisos invigilantes e desatentos.
Tenho observado muitas pessoas que se perderam nessa fase e colocam o outro num lugar de poder, muito acima do necessário. As prioridades e escolhas passam a ser com foco no outro e não em si. Isso gera sentimento de baixa estima, dependência afetiva e dificuldade nas escolhas.

Convido você a fazer uma reflexão sobre essa necessidade.
Parabéns por ousar!


Deixe um comentário

Neurocoaching

Quanto maior for o conhecimento a respeito do funcionamento de nosso cérebro, maiores serão os resultados e a efetividade de nossas ações, uma vez que, usaremos de forma ainda mais consciente a nossa capacidade mental, tanto para nosso desenvolvimento quanto para o desenvolvimento de outras pessoas e de nossa sociedade.

Não importa se estamos vivendo algo ou pensando em algo, para o cérebro é a mesma coisa. Ele não sabe a diferença entre o real e o imaginário. Ambos refletem no sistema neuroquímico e em respostas orgânicas. Por isso, a importância de mantermos o pensamento no positivo, na Programação Mental Positiva. Estimulando o que temos de melhor, neurologicamente, chegamos a resultados melhores.

A programação mental positiva provoca no Sistema Nervoso Central sensações de recompensa, que refletem no sistema neuroquímico e, consequentemente, em respostas orgânicas satisfatórias. Devido a isso, o coaching supre e alcança resultados extraordinários.

O processo de coaching favorece a neuroplasticidade neural. Fazer diferente estimula novas associações e cria novas trilhas neurais, habilitando uma maior consciência e oportunidade de escolhas. O coaching recruta sinapses desativadas, ampliando o mapa mental para novas possibilidades.
Descobrimos o melhor de nós mesmos nesse processo. E isso nos leva à cura, ao empoderamento e à realização dos nossos sonhos.


Deixe um comentário

Primeira necessidade: ser reconhecido

clip_image002Meu grande amigo, Antônio Carlos Costardi, descrevia com grande sabedoria sobre as necessidades básicas do ser humano, que, aqui, compartilho, começando pela primeira de cinco. Orgulhosamente, dedico este texto a esse mestre que representa uma dádiva de Deus para mim.

NECESSIDADE DE SER RECONHECIDO:

A busca por reconhecimento acompanha o ser humano desde que seu aparelho de linguagem encontra-se organizado. Busca relacionar-se com pessoas que façam seu reconhecimento independente de suas ações ou ideias. Como se fosse um pedido de socorro: “Façam com que eu tenha consciência de que existo”.

Se não for satisfeita essa necessidade de reconhecimento, todo o desenvolvimento da personalidade ficará comprometido. É o meio quem faz o reconhecimento, porém deverá coincidir com a ideia que o indivíduo tem de si. O pedido sublime é: “Façam com que eu acredite que eu sou quem eu penso que sou”. Encontra-se na “infância” do seu desenvolvimento. “Ser desejado é o objetivo a ser atingido.” Precisa libertar-se dessa fase para poder ingressar na seguinte.

Poderá estar sendo reconhecido pelo meio, porém não se identifica com o reconhecimento que dele é feito. Até porque o que ele pensa de si, não obrigatoriamente, é melhor do que pensam as pessoas. Baixa autoestima. Considera-se impotente para mudança ou pode estar construindo uma ideia de si muito além de suas reais qualidades. Mantém-se na busca de um falso reconhecimento.

Há também os que não possuem uma estrutura familiar capacitada para proceder ao reconhecimento. Frequentemente, encontrada nos ambientes cujas pessoas que ocupam o papel de adulto, ainda estão á procura do reconhecimento, competindo com as crianças. Não possuem recursos próprios para sustentar suas necessidades, tendo muita dificuldade em exteriorizar seus afetos e fixar seu desejo em objetos. Seu comportamento é essencialmente motor para não ser reconhecido pelos seus sentimentos. Teme desejar e não ser correspondido. É hiperativo, tem deficiência em se concentrar e parece não ter limites. Requer abandonar os ganhos secundários e ter vontade de se desenvolver.

Observe, você, se seu estado atual está nessa fase de necessidade. Se assim for, saia desse ciclo, resignifique e siga em frente na sua evolução. Não fique aprisionado por necessidades infantis. O coaching é um processo que trabalha todo processo de construção da identidade, para que seja possível uma libertação do verdadeiro “Eu”.

Permita-se viver com liberdade!


Deixe um comentário

Crenças e valores

Sem títuloAo longo da nossa história, somamos várias experiências e situações relacionais. Ocorre que cada fato externo que vivenciamos entra em contato com nosso universo interior através dos sentidos. É por meio da visão, audição, olfato e tato que nos conectamos com o mundo e criamos, a partir disso, nossas representações mentais, que nada mais são do que a interpretação daquilo que é percebido e sentido sobre os fatos externos.

É a partir dessas representações mentais que nascem as crenças e os valores, compondo nossa identidade, comportamentos e resultados. Assim, crença é nossa verdade absoluta, individual. É a forma como acreditamos, percebemos e filtramos a realidade. Já os valores são critérios pessoais que consideramos importantes em nossa vida.

Considerando que: 90% de nossas crenças são inconscientes e que nossas escolhas estão diretamente ligadas às crenças e valores, é, realmente chocante, a vulnerabilidade que temos diante de nossas crenças. O quanto realmente nos governamos, escolhemos ou decidimos algo? Essa situação leva a muitas reflexões sobre como ampliar nossa consciência sobre os diversos subsistemas que nos regem, como: religião, mídia, política, gerações, famílias, educação, entre outros. O quanto aquilo que acreditamos ser nossas verdades realmente as são? Ou então, se são “nossas” essas verdades.

É impressionante a quantidade de pessoas ao nosso redor se destruindo, arruinando carreiras, famílias e relacionamentos por causa de crenças limitadoras, do tipo: “Eu sou um fracasso”, “Nunca vou dar certo”, “Ninguém vai me amar” e por aí vai… Na verdade, elas possuem um potencial infinito dentro de si, como qualquer ser humano o tem na sua essência!

Penso que a grande questão é a “consciência”, a análise crítica sobre aquilo que, para nós, já é automático e certo. É fundamental saber qual sistema eu sigo; a partir de que verdade eu vivo; quais são os meus reais valores; o que é meu e o que é do outro. Isso, porque a consciência remete à escolha.

A mente inconsciente é igual a um espelho: se for lhe apresentado um pensamento negativo, a resposta será esse lado negativo se manifestando na realidade.

“Tudo começa com a crença positiva do resultado positivo. É preciso querer mudar, saber como mudar e acreditar que pode mudar”.

Somos exatamente o que pensamos. Por isso, lembre sempre de lembrar de nunca esquecer: “Dê o melhor de si para você, sempre”.

Joselisa Toigo